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Defensor Público Geral participa da inauguração da Sala de Acessibilidade Digital do TJ/PI

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Publicado em 10, outubro de 2022 às 13:49

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O Defensor Público Geral do Estado do Piauí, Erisvaldo Marques dos Reis, participou nesta segunda-feira (10), da inauguração da Sala de Acessibilidade Digital do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJ/PI). A sala funciona no térreo da antiga sede do Tribunal, localizado na Praça Desembargador Edgar Nogueira, no Centro Cívico de Teresina.

A sala é destinada às pessoas excluídas digitalmente, que não dispõem de celular, computador, ou tecnologia adequada para acessar os serviços remotos, como conexão à internet e dispositivos digitais, ou não têm conhecimentos suficientes para acessar a internet e serviços sem auxílio.

Os espaços de atendimento são estruturados com mobília e equipamentos tecnológicos capazes de gravar e transmitir áudio e vídeo para a realização de atos processuais, especialmente coleta de depoimentos e audiências em geral, que também poderão ser usados como salas multifuncionais, através de uso compartilhado.

O Presidente do TJ/PI, Desembargador José Ribamar Oliveira, falou durante a solenidade sobre o papel da Defensoria Pública no acesso à Justiça. “O Sistema de Justiça compõe-se de quatro organismos essenciais, sem os quais a sociedade estaria desprotegida, o Poder Judiciário, o Ministério Público, a Defensoria Pública e a Polícia Judiciária. A segurança da sociedade advém do funcionamento desses quatro organismos, e a Defensoria Pública é importantíssima, pois vivemos em uma sociedade pobre, a Defensoria é quem atua em prol desses necessitados e vem fazendo isso muito bem na gestão do Dr. Erisvaldo Marques”, destacou.

O Defensor Público Geral, Erisvaldo Marques, falou sobre a contribuição que a sala proporcionará à população. “A realidade da Justiça brasileira hoje traz o acesso ao mundo digital como um dos fatores de relevância para o andamento processual, então, proporcionar à população que ainda vive essa exclusão digital a possibilidade desse alcance é algo que só pode ser louvado, especialmente por nós que fazemos a Defensoria Pública e diariamente convivemos com um significativo número de pessoas que se incluem entre os excluídos digitais, que não têm celular, não têm internet ou não sabe acessar as ferramentas digitais para, por exemplo, participar de uma audiência, de uma mediação ou mesmo dar um depoimento. Abrir essa porta é fundamental para se fazer Justiça e o TJ/PI está de parabéns”, afirmou.