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Defensores Públicos recebem sala da Defensoria no Centro Educacional Masculino

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Publicado em 15, agosto de 2018 às 09:24
Dr. Afonso Júnior, Dr. Igo de Sampaio e equipe no CEM

Dr. Afonso Júnior, Dr. Igo de Sampaio e equipe no CEM

Os Defensores Públicos Dr. Afonso Lima da Cruz Júnior, Diretor da Defensoria Itinerante, na qualidade de Titular da 4ª Defensoria Pública da Infância e da Juventude e Dr. Igo Castelo Branco de Sampaio, Titular da 1ª Defensoria Pública dos Direitos Humanos e Tutelas Coletivas, estiveram no último dia 10 no Centro Educacional Masculino (CEM), oportunidade em que receberam a Sala da Defensoria Pública no referido espaço e conheceram as melhorias que estão sendo implementadas, em atenção à recomendações da Defensoria Pública e Ministério Público.

“Fomos receber a sala, que nos possibilitará um melhor atendimento dentro da atuação sistemática que a Defensoria Pública realiza no CEM, além de nos apresentar como Defensor Público da Infância, assim como nossa equipe, à atual Coordenação do Centro. Aproveitamos para conhecer as mudanças que estão sendo feitas nas instalações. O importante é nos aproximarmos dos adolescentes em conflito com a lei e tentar humanizar cada vez mais esse papel do agente transformador, que é o do Defensor Público”, diz Dr. Afonso Júnior.

“Foi uma visita institucional. Aproveitamos para ver o andamento das reformas que requisitamos em conjunto com o Ministério Público e também para dar ciência a atual Coordenação sobre denúncias de torturas nas dependências do Centro. Visitamos as instalações e constatamos que realmente aconteceu uma significativa melhora na reestruturação dos espaços. Também vimos que os direitos básicos dos internos vêm sendo respeitados. Quando chegamos ao Centro eles estavam assistindo a uma aula e a assistência religiosa também é feita no local. Tivemos diálogo com a Coordenadora no sentido de repassar as denúncias e fazer algumas recomendações. Foi importante essa ida ao CEM porque pactuamos uma presença efetiva da Defensoria no espaço,  inclusive em relação aos Direitos Humanos, porque entendemos que não adianta só ir atuar quando já aconteceu a violência, mas que essa atuação tem quer ser feita principalmente de forma preventiva, dialogando diretamente com educadores e agentes e alertando sobre as obrigações para que não cometam nenhum tipo de violação,  que caso sejam cometidas estaremos lá pra fiscalizar”, complementou Dr. Igo de Sampaio.