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Defensoria Pública adere mais uma vez ao Movimento Mundial de Combate ao Suicídio

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Publicado em 04, setembro de 2018 às 14:02
Gestores aderiram ao uso do laço amarelo chamando atenção para a prevenção ao suicídio

Gestores aderiram ao uso do laço amarelo chamando atenção para a prevenção ao suicídio

Defensores Públicos, servidores, colaboradores e estagiários da Defensoria Pública do Estado do Piauí estão adotando, neste mês de setembro, o uso do laço amarelo, símbolo do movimento mundial, Setembro Amarelo, criado para conscientizar a população sobre a realidade do suicídio e mostrar que existe prevenção em mais de 90% dos casos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

O suicídio é considerado um problema de saúde pública e mata 1 brasileiro a cada 45 minutos e 1 pessoa a cada 45 segundos em todo o mundo. Pelos números oficiais, são 32 brasileiros mortos por dia, taxa superior às vítimas da AIDS e da maioria dos tipos de câncer. Apesar de números tão alarmantes, o assunto ainda é tratado muitas vezes como tabu, o que segundo especialistas em saúde mental,  colabora para o aumento dos casos.

Equipe da Corregedoria adere ao laço amarelo

Equipe da Corregedoria adere ao laço amarelo

A Defensoria Pública do Estado do Piauí, como Instituição promotora de Direitos Humanos tem buscado, a cada ano, promover um debate sério sobre a questão do suicídio por meio de palestras e ações voltadas para o tema, especialmente alertando que as pessoas precisam procurar ajuda capacitada para enfrentar tão sério problema.

“Tratar a questão do suicídio de maneira responsável é dever de todos e a Defensoria Pública não poderia se isentar desse debate, que busca antes de tudo a valorização da vida. Faz-se necessário discutir claramente como identificar as pessoas que nesse sentido necessitam de ajuda e saber como cada um pode colaborar para evitar que mais vidas sejam perdidas. Há também uma necessidade constate de promoção e fiscalização de políticas voltadas para a prevenção, que têm que ser cobradas e pautadas não apenas durante este mês de setembro, mas em todos os dias de cada ano,  porque trata-se de uma situação de saúde pública das mais graves, que precisa ser revertida”, afirma a Defensora Pública Geral do Estado do Piauí, Dra. Francisca Hildeth Leal Evangelista Nunes.