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Defensoria Pública fará atendimento na Serra do Inácio no próximo dia 27

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Publicado em 21, maio de 2019 às 19:09

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A Defensoria Pública do Estado do Piauí, por meio da Diretoria das Defensorias Regionais, vai desenvolver, no próximo dia 27, na Serra do Inácio, ação voltada para o acesso e a garantia de direitos. Mais de dez comunidades estão instaladas na Serra do Inácio, que está situada na divisa dos municípios de Curral Novo e Betânia, no Piauí e Araripina, Ouricuri e Santa Filomena, em Pernambuco.

No local a Defensoria Pública, em conjunto com a Defensoria Pública da União, fará atendimentos na capela da comunidade Vila do Mel. Também por intermédio da Defensoria Pública, foi conseguido o envio da equipe de um Cartório no dia da atividade, bem como garantida a ida de um profissional do INSS, o que será de grande valia para a emissão de documentos e ações voltadas para a Saúde, beneficiando os moradores da Serra.

A ação na Serra do Inácio acontece também em conjunto com o Governo do Estado que, por meio da Vice-Governadoria, vem buscando alternativas para levar cidadania aos moradores da Serra do Inácio. Para conhecer a realidade e organizar as devidas providências para a ação do dia 27, a Diretora das Defensorias Regionais, Defensora Pública Dra. Karla Araújo de Andrade Leite, junto com a Vice-Governadora, Regina Sousa, e representantes de vários órgãos estaduais, estive na Serra do Inácio no dia 05 do último mês de abril. Na ocasião foram identificadas as principais carências das comunidades que habitam a Serra, o que efetivou o retorno com uma ação destinada a garantir o acesso aos direitos básicos.

“Na Ação da Serra do Inácio vamos contar com atendimento judicial e extrajudicial da Defensoria do Estado e Defensoria da União, estaremos com apoio de um Técnico do INSS e Cartório de Registro de Pessoas Naturais, unindo  todas as nossas habilidades e competências para levar cidadania para a população local. O que tem permitido a soma de todas estas instituições é o entendimento de que as pessoas da Serra precisam ser inseridas em políticas públicas e precisam de um amparo para perceberem seus direitos e construírem caminhos para exercê-los”, diz Dra. Karla Andrade.