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Defensoria Pública participou das comemorações pelos três anos da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência do TJ/PI

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Publicado em 07, junho de 2019 às 12:09
Dra. Lia Medeiros e demais participantes da reunião

Dra. Lia Medeiros e demais participantes da reunião

A coordenadora do Núcleo da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar da Defensoria Pública do Estado do Piauí, Defensora Pública Dra. Lia Medeiros do Carmo Ivo, participou, no último dia 5, da cerimônia em comemoração pelos três anos de ações da  Coordenadoria da Mulher em  Situação de Violência Doméstica e Familiar e encerramento  da Semana Estadual de Combate ao Feminicídio do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí.

O evento aconteceu na sala da Presidência do Tribunal e contou com a presença do Presidente, Desembargador Sebastião Ribeiro Martins; do coordenador da Coordenadoria da Mulher do TJ-PI, Desembargador José James Pereira; da Juíza titular da 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital, Dra. Maria Luíza Freitas, dentre outras autoridades.

Encontro na sala da Presidência do TJ/PI

Encontro na sala da Presidência do TJ/PI

Também ocorreu, durante a reunião, assinatura de convênio entre a Coordenadoria da Mulher, o TJ-PI e o Sebrae-PI, para  estabelecimento das políticas públicas de proteção à mulher, como a realização da Semana da Justiça pela Paz em Casa.

“Este novo acordo irá nos ajudar a estabelecer um atendimento mais adequado à mulher vítima de violência. Com essa parceria, poderemos instalar essa estrutura, possibilitando melhores condições de trabalho e de atendimento”, declarou o Presidente do TJ-PI, Desembargador Sebastião Martins.

“O evento foi bastante interessante, porque reuniu toda a rede de atendimento, juntamente com as Instituições que trabalham diretamente no Sistema de Justiça, com os casos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Na oportunidade, mais uma vez se pontuou a necessidade de uma maior celeridade nos Juizados Especializados, para que os julgamentos possam ser realizados em tempo hábil, mas também a importância das políticas públicas preventivas, principalmente na área da Educação, por ser o grande índice feminicídio,  em uma sociedade machista onde a mulher ainda e vista como objeto. Muitas vezes, quando o caso chega no Judiciário a violência já ocorreu. Então, por mais que seja necessário dar uma resposta a contento, para tirar a sensação de impunidade, só a resposta penal não satisfaz a vítima e nem a sociedade . O interessante é que essa violência nem venha a acontecer e, para isso, é preciso toda uma campanha de ações preventivas para que as mulheres possam tomar conhecimento dessas informações, utilizar a rede de atendimento e evitar cada vez mais a ocorrência de novos feminicídios”, afirma Dra. Lia Medeiros.