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Defensoria vai sediar Audiências Concentradas da 1a Vara da Infância e Juventude nos dias 24 e 25 de outubro

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Publicado em 15, outubro de 2017 às 16:16

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As audiências Concentradas de Reavaliação da 1a Vara da Infância e da Juventude serão realizadas nos dias 24 e 25 deste mês de outubro no Núcleo Civel Especializado de Defesa da Criança e do Adolescente da Defensoria Pública do Estado do Piauí, que fica localizado na Unidade João XXIII da Instituição.

As Audiências se destinam a avaliar, com a participação de equipes multidisciplinares e da rede de proteção aos direitos da criança e do adolescente, a situação destes em situação de risco que se encontram institucionalizados, para que sejam observadas tanto as possibilidades de reintegração familiar, como colocação em família substituta ou aplicação de outras medidas protetivas.

Nos dias 24 e 25 de outubro,ocorrerão na Defensoria as audiências de meninos e meninas entre 4 e 14 anos,que se encontram na Casa de Acolhimento Livre Ser, uma Organização Não Governamental que desenvolve projeto denominado pelo Ministério de Desenvolvimento Social (MDS) como Serviço de Proteção Social Especial de Alta Complexidade, um trabalho que começa quando crianças e adolescentes têm os seus direitos violados e passa a ter a necessidade de ser protegida, reconstruída, cuidada e reinserida. Estarão à frente da atividade as Defensoras Públicas Dra. Karla Cibele Teles de Mesquita Andrade e Dra. Daniela Neves Bona, respectivamente Titulares da 2ª e 1ª Defensorias Públicas da Infância e da Juventude.

Atualmente, em alusão ao mês das crianças, a Defensoria Pública também está arrecadando brinquedos, roupas, material escolar e material de higiene,  para doar às crianças da Casa Livre Ser. Os pontos de coleta estão instalados no Núcleo Central, na Unidade João XXIII e na Casa de Núcleos da Defensoria.

Sobre tais iniciativas, Dra. Karla Cibele Andrade, que também é Diretora de Núcleos Especializados da DPE-PI diz que as avaliações realizadas nestas audiências envolvem não só as crianças em si e a fiscalização do trabalho realizado pelas Casas de Acolhimento, mas o acompanhamento das famílias a fim de se desenvolver oportunidades de reintegração da criança e adolescente à família de origem ou propiciar o exercício do direito à convivência familiar em família substituta. “Nestas audiências, os familiares são ouvidos e encaminhados para a rede de proteção para o atendimento das mais diversas demandas, bem como são sinalizadas a aplicação de outras medidas protetivas que se afigurem oportunas para a efetivação do princípio da proteção integral ao público infanto-juvenil. No tocante às doações, estamos encampando a campanha pela Casa Livre Ser por saber das necessidades pelas quais a ONG passa e, principalmente, por conhecer de perto o trabalho da equipe do Livre Ser que, além de se preocupar com o preparo emocional e da geração de vínculos afetivos nas crianças, prima pela formação do caráter, a espiritualidade e o aprendizado das crianças e adolescentes sob sua responsabilidade”, diz a Defensora.

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