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Direitos das Crianças e Adolescentes foi o tema do VII Módulo do Curso Defensoras Populares no sábado (06)

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Publicado em 08, novembro de 2021 às 15:05

Defensoras VII

As futuras Defensoras Populares integrantes da terceira turma do “Curso Defensoras Populares” realizado pela Defensoria Pública do Estado do Piauí (DPE/PI), receberam no último sábado (06) capacitação em  Direitos das Crianças e Adolescentes dentro do VII Módulo, que teve como facilitadora a Defensora Pública Karla Cibele Teles de Mesquita Andrade, do Núcleo Cível de Defesa da Criança e do Adolescente (NUCIDECA).

O Curso é fruto do Projeto Defensoras Populares, que a DPE-PI realiza desde 2019, por iniciativa da Subdefensora Pública Geral, Carla Yáscar Bento Feitosa Belchior, com a colaboração das Defensoras Lia Medeiros do Carmo Ivo e Verônica Acioly de Vasconcelos, do Núcleo de Defesa da Mulher em Situação de Violência de Teresina.

O objetivo é a capacitação de lideranças comunitárias femininas e demais mulheres interessadas, em direitos humanos, direitos das mulheres, serviços e equipamentos públicos destinados ao atendimento das mulheres, sistema básico de Justiça, noções de direitos de grupos sociais vulneráveis e empreendedorismo.

A facilitadora do último sábado, Karla Cibele Andrade, comentou sobre a experiência em ter participado do Projeto. “Participar do Projeto Defensoras Populares como facilitadora pela primeira vez, como participei, foi uma experiência muito recompensadora. Eu fiz uma apresentação falando sobre os direitos da criança e do adolescente. Ressaltei o artigo 227 da Constituição Federal, e vimos a miúdos os termos deste artigo. Fizemos uma caminhada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, falei sobre o Marco Legal da Primeira Infância que é uma lei que complementa o Estatuto e fala de diretrizes para políticas públicas a respeito de crianças (…). Na verdade ali eu aprendi muito, porque quando a gente compartilha, quando a se dedica a estudar alguma coisa pra compartilhar é sempre assim, quando nós transbordamos saberes é gratificante. Aprendemos muito quando nos propomos a multiplicar e isso faz com que a gente tenha a certeza, mais do que nunca, de que não podemos fazer nada de relevante sozinhos, que precisa haver essa multiplicação. Foi uma excelente experiência”, afirmou.