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Em live, Defensoria e Equatorial esclareceram consumidores sobre Tarifa Social

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Publicado em 06, maio de 2020 às 16:33
Ângela Barros participou das duas videoconferências e espera uma solução viável

Ângela Barros participou da live com o presidente da Equatorial

A Defensora Pública Ângela Martins Soares Barros, Coordenadora do Núcleo Especializado dos Direitos do Consumidor (Nudecon) da Defensoria Pública do Estado do Piauí, participou no último dia 05,  de live com o presidente da Equatorial Piauí, Nonato Castro, oportunidade em que abordaram o tema “Tarifa Social – Quem tem direito”. A live aconteceu no Instagram da Equatorial Piauí @equatorial.pi.angelaequa

O resultado foi considerado produtivo pelos participantes. “Ficamos bem felizes com o resultado da live que realizamos em parceria com a Defensoria Pública do Estado do Piauí, sobretudo pela força que unimos para levar mais informação aos nossos clientes e sobre seus direitos enquanto consumidores, além dos esclarecimentos relacionados à Tarifa Social”, afirma Nonato Castro.

A Coordenadora do Nudecon também destaca os pontos positivos da live. “Foi um momento de suma importância para que pudéssemos repassar à população algumas informações sobre seu s direitos em relação ao serviço de fornecimento de energia elétrica, principalmente nesse período de pandemia em que é recomendado às pessoas que permaneçam em casa, gerando aumento no consumo. Um dos principais destaques foi a questão da Tarifa Social, que o Governo Federal concedeu isenção de cem por cento sobre o valor referente ao consumo de energia elétrica para consumidores cadastrados como baixa renda, até o limite de 220 kwh de consumo por mês,  no período de abril a junho deste ano. Também tivemos a notícia que a Equatorial  está aderindo à plataforma consumidor.gov.br, também um excelente canal de atendimento aos consumidores, que poderão registrar suas reclamações diretamente de casa, acessando a referida plataforma, e a Empresa terá dez dias para dar uma resposta ao consumidor, sendo esse atendimento acompanhado pelos órgãos de fiscalização das relações de consumo”, explica Ângela Barros.