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Núcleo de Direitos Humanos recebe assessor jurídico do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco e presidente da Comissão de Direitos Humanos do Maranhão

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Publicado em 09, agosto de 2018 às 13:38

 

Dr. Igo Sampaio e Dr. Flávio Viana

Dr. Igo Sampaio e Dr. Flávio Viana

O Presidente da Comissão de Direitos Humanos do Estado do Maranhão e assessor jurídico do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco, Dr. Flávio Viana, esteve reunido na última terça-feira (07) com o Titular do Núcleo de Direitos Humanos e Tutelas Coletivas da Defensoria Pública do Estado do Piauí, Dr. Igo Castelo Branco de Sampaio, oportunidade em que trataram sobre atuação conjunta, voltada para a garantia de direitos dessa tradicional e importante comunidade.

A vinda do Dr. Flávio Sampaio ao Piauí se deu pelo fato do Estado estar inserido na assessoria prestada ao Movimento, que aqui existe em maior concentração nos municípios de Esperantina e São João do Arraial. De acordo com o Assessor, a visita institucional se deu pela necessidade de ampliar as relações com os órgãos de atuação na defesa de direitos, como a Defensoria Pública. Dr. Flávio Sampaio aproveitou a oportunidade para detalhar como funciona o Movimento, suas principais pautas e a necessidade desse acesso ao Poder Público.

“Como ele já sabia da atuação do Núcleo de Direitos Humanos, inclusive sobre os atendimentos que fazemos a movimentos tradicionais e do respaldo conseguido junto aos movimento sociais, veio procurar estabelecer parcerias porque ao constatar que embora grande atuação das quebradeiras de coco seja no interior, existe a necessidade de um diálogo mais próximo com as Instituições”, explica Dr. Igo Sampaio.

O Defensor destaca que durante a reunião ressaltou a compromisso do Núcleo com o coletivo e a assessoria prestada aos movimentos sociais. “Saímos com uma pauta conjunta de atuação, sendo marcada inclusive, para o final de agosto, uma reunião das quebradeiras de coco inicialmente com o Núcleo de Direitos Humanos e posteriormente com a Defensoria como um todo, porque entendemos a necessidade de envolver outros órgãos, como a Diretoria Regional e demais Núcleos, pois embora os Direitos Humanos tenham atuação mais voltada para a questão do ativismo político nas questões coletivas, precisamos desse apoio dos demais Defensores Públicos, tendo por base que todos dão defensores dos Direitos Humanos e, nessa visão, que devemos, como Instituição, participar diretamente do apoio a esse movimento que entendemos como muito forte, formado por pessoas vulneráveis, público preferencial da Defensoria. Portanto, não podemos nos furtar esse diálogo da construção do acesso à garantia de diretos a esse público tão vulnerável”, afirma Dr. Igo de Sampaio.