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Primeiro Atendimento da Defensoria Pública passa a funcionar na Unidade João XXIII

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Publicado em 15, junho de 2018 às 13:06
Unidade João XXIII da Defensoria Pública, onde funciona a Defensoria Criminal

Unidade João XXIII da Defensoria Pública, onde funciona a Defensoria Criminal

A partir da próxima segunda-feira (18) a Diretoria de Primeiro Atendimento da Defensoria Pública do Estado do Piauí, estará funcionando na Unidade João XXIII da Instituição, local onde já funcionou o Espaço Cidadão, na avenida João XXIII, 853, Bairro Jockey Clube.

O Primeiro Atendimento é a porta de entrada da Defensoria Pública. No local é feita a orientação jurídica, recolhidos os documentos necessários e providenciado o encaminhamento para o Defensor ou Defensora, de acordo com a especificidade da ação.

A mudança de endereço ocorreu em virtude da reforma que será feita no Núcleo Central da Defensoria, tendo por objetivo melhor acolhimento aos assistidos, assim como proporcionar melhores condições de trabalho para os Defensores Públicos e colaboradores.
A mudança vem ocorrendo de forma gradativa, para que não existam prejuízos aos serviços oferecidos aos assistidos. Também estão sendo transferidos do Núcleo Central , os Órgãos de Gestão, Administração, Corregedoria, Defensorias de Família e o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania (NUSC), que estão sendo instalados na Sede Provisória, localizada na rua Jaicós, 1435, bairro Ilhotas.

“A mudança vem acontecendo de forma ordenada, exatamente para que não ocorram prejuízos ao atendimento que prestamos aos nossos assistidos. Foi pensando nessas pessoas que nos procuram diariamente, que decidimos instalar o Primeiro Atendimento na Unidade João XXIII, local de fácil acesso para quem se desloca de qualquer zona da cidade. A partir da próxima semana todo o processo de mudança deve estar concluído e o atendimento ocorrendo dentro da normalidade em todos os Órgãos de Execução . Cremos que mais esse passo de Gestão, a reforma do Núcleo Central, trará resultados satisfatórios tanto para o desempenho de nossas funções como para o acolhimento dos nossos assistidos”, afirma a Defensora Pública Geral, Dra. Francisca Hildeth Leal Evangelista Nunes.